A Ana abre o caixa
Ela conta o fundo de troco, digita o valor e começa o turno. Fica registrado que o caixa é dela — não do "pessoal da loja".
Bipa o produto, cobra no Pix ou no cartão, imprime o cupom e pronto — o estoque já baixou e o dinheiro já está no caixa do funcionário certo. Sem planilha, sem caderninho, sem aquela conferência de fim de dia que nunca bate.
O sistema não foi desenhado numa reunião de escritório. Ele segue o ritmo de quem abre a porta de manhã e conta a gaveta à noite.
Ela conta o fundo de troco, digita o valor e começa o turno. Fica registrado que o caixa é dela — não do "pessoal da loja".
Você joga o XML da nota de compra no sistema. Ele lança tudo, recalcula o custo médio e já deixa a conta a pagar agendada.
Bipe, bipe, bipe. Um cliente paga metade no Pix e metade no cartão — o sistema divide sozinho e ainda calcula o troco.
Consulta de preço em letras enormes na tela do balcão. Mostra o estoque e onde o produto está guardado.
A Ana conta a gaveta às cegas e o sistema mostra sobra ou falta por forma de pagamento. Se faltou R$ 5, você sabe onde e com quem.
Quanto vendeu, quanto lucrou, o que está acabando e quem vendeu mais. Tudo em uma tela só, no celular.
É o mesmo sistema, com as mesmas telas. Muda só onde ele mora — e dá para começar de um jeito e mudar para o outro depois, levando os dados junto.
Instalado no computador da loja. Se a internet cair no meio da tarde, você continua vendendo como se nada tivesse acontecido.
Levamos o sistema, instalamos no computador, configuramos a impressora e o leitor de código de barras, e deixamos funcionando com você vendendo. Não enviamos arquivos a distância — nem por WhatsApp, nem por e-mail, nem por link.
O mesmo sistema hospedado. Você abre do celular na fila do banco e vê como está a loja naquele momento.
Cada função aqui nasceu de um problema real de balcão. Se não resolve nada no dia a dia, não entrou.
Leitor USB (bipou, entrou no carrinho), câmera do celular e etiqueta de balança. Produto sem código? O sistema gera um EAN-13 interno e imprime a etiqueta.
Gera o QR Code do valor exato da venda, no padrão do Banco Central, com copia e cola. O cliente aponta o celular, paga, e você confirma na tela.
Manual, Mercado Pago Point ou TEF. Já calcula taxa, parcelas e quanto entra líquido.
Entradas, custo médio, perdas, inventário com contagem e alerta do que está acabando.
Fundo de troco, sangria, reforço e fechamento cego com sobra ou falta na tela.
Caderninho de fiado com vencimento, promoções aplicadas sozinhas no PDV, vale-troca e pontos do cliente. Aquilo que a loja já faz — só que anotado direito.
Cinco perfis de acesso, permissão por tela, senha com política, bloqueio depois de tentativa errada, verificação em duas etapas e registro de tudo que foi alterado.
Troque os textos e as fotos por depoimentos reais dos seus clientes — é o que mais converte.
Antes eu fechava o caixa às 20h e ia embora às 21h conferindo papel. Hoje eu conto a gaveta, o sistema me diz se sobrou ou faltou, e acabou.
Nome do cliente
Mercearia · sua cidade
O que me pegou foi o Pix. O cliente aponta o celular no QR Code e já era. Não preciso mais ficar mostrando print de comprovante.
Nome do cliente
Loja de roupas · sua cidade
Tenho dois funcionários no caixa. Agora eu sei exatamente quem vendeu o quê e quem estava no caixa quando faltou dinheiro.
Nome do cliente
Materiais de construção · sua cidade
Comece pelo menor plano. Se a loja crescer, você troca no meio do caminho e os dados continuam os mesmos.
Instalado no computador da loja, funciona sem internet.
Para redes, supermercados e empresas que querem tudo em um único sistema.
O mais barato: para quem vende sozinho no balcão.
Para quem já tem ajudante e quer tudo na nuvem.
A loja inteira controlada, com maquininha integrada.
Para quem tem mais de uma loja ou volume alto.
Para a pessoa experimentar o sistema
No modo local, não. O sistema roda na máquina da loja e continua vendendo com a internet caída — inclusive imprimindo cupom.
No modo nuvem, sim, porque o sistema fica hospedado. Em compensação você acessa de qualquer lugar.
Serve. Qualquer leitor USB comum funciona — ele digita o código como se fosse um teclado, e o sistema já está esperando por isso. Se não tiver leitor, dá para usar a câmera do celular.
Existe o Modo Caixa: uma tela só, com botões enormes e teclas de atalho (F1 vender, F2 consultar preço, F9 fechar caixa). Quem não é administrador entra direto nela ao fazer login.
E se travar em alguma coisa, é só chamar no WhatsApp (99) 99430-9047.
Backup automático a cada 5 minutos, senha de cada funcionário guardada com criptografia, bloqueio depois de tentativas erradas, verificação em duas etapas e registro de tudo que foi alterado — com valor antigo e valor novo.
O sistema tem a integração de NFC-e pronta. Para emitir de verdade você precisa do certificado digital A1, do credenciamento da loja na SEFAZ e do CSC do seu estado — a gente te ajuda a configurar essa parte.
Consegue, e é o caminho mais comum. Os dados vão junto: produtos, clientes, histórico de vendas e estoque. Fale com a gente que a migração é feita para você.
Quantos caixas, quantos funcionários, o que mais te dá dor de cabeça hoje. Com isso eu já consigo dizer se o melhor para você é o local ou a nuvem — sem enrolação de vendedor.
Manda mensagem que eu respondo direto — não é robô, não é central de atendimento.
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